Liberdade, Simplicidade e Produtividade: princípios obrigatórios num eficaz Software para Gerenciamento

12/11/2015

linkedin Por Marcio Lopes Sanson

Metade das empresas brasileiras já aderiu ao ERP (Enterprise Resource Planning), denominação corrente para programas de gestão. A questão, agora, não reside mais em "ter ou não ter uma administração automatizada", mas em como extrair o máximo benefício dessas ferramentas e em qual desses programas confiar todas as informações de uma empresa, seja ela de que porte for.

A vertiginosa velocidade das transformações gerenciais e tecnológicas da atualidade não é capaz de deixar para trás os três princípios apresentados no título deste artigo - liberdade, simplicidade e produtividade - condições essenciais para se avaliar a qualidade de um Software para Gerenciamento, sistema de gestão que automatiza grande parte das tarefas em uma empresa, facilitando a vida dos tomadores de decisão e garantindo maior vantagem competitiva no âmbito empresarial.

Começamos pela última, a produtividade, geralmente aquela que mais chama a atenção do pequeno ou médio empresário quando ele percebe, às vezes tardiamente, que a gestão de sua empresa encontra-se caótica e inoperante. Os departamentos não conversam entre si, são incomunicáveis, os estoques não estão de acordo com a demanda prevista, o fluxo de caixa ameaça levar a empresa a um empréstimo bancário com juros temerários, o patrimônio humano está sendo dilapidado pela ausência de política interna de RH, decorrente de problemas na área legal trabalhista - este é um quadro até certo ponto comum em empresas e, geralmente, resulta das limitações de seus administradores.

Atente para o seguinte: não estamos nos referindo aos casos em que os responsáveis de uma empresa não são capacitados ou não possuem talento/vocação para a atividade, mas simplesmente apontamos um tipo de administração que reluta em admitir os benefícios de um bom Software para Gerenciamento, a ferramenta que efetivamente auxilia a controlar a gestão.

Não há no Planeta praticamente nenhuma corporação gigante que dispense o uso do ERP. Empresas de software, igualmente mastodônticas, atendem a esse segmento. Devem fazer evoluir seus produtos diariamente, tendo em vista a dinâmica do mercado. Então, se é fácil de compreender que esses programas garantem maior produtividade aos grandes conglomerados empresariais, por que o mesmo não se aplicaria às pequenas e médias empresas? É fácil e simples, também, perceber que, embora a quantidade de informações numa empresa pequena ou média seja menor de que numa outra de grande porte, os registros de todas as áreas de uma empresa menor não podem nem devem simplesmente ser mantidos em papel ou, ou que é pior, gravados na cabeça do administrador. 

Afinal, nossa mente foi feita para criar e usufruir o que a vida tem de melhor. Não devemos armazenar informações que poderiam estar num HD. Nem nos preocuparmos com ocorrências antes da hora certa, como pagamentos a vencer ou outro fato corriqueiro qualquer na vida das empresas. Tudo isso pode e deve ficar por conta do ERP, de seus registros, hierarquias, prioridades e alertas. Eis algumas vantagens que o ERP pode agregar:

  • Melhoria no relacionamento e na qualidade de informações sobre clientes e parceiros

  • Maior agilidade para a área comercial e divulgação de campanhas de vendas

  • Redução da manipulação de documentos em papel

  • Criação de novos canais de venda por meio da internet

  • Centralização de informações sobre filiais/franquias em uma única plataforma

  • Facilitação de adaptações exclusivas entre o negócio e o sistema com ganhos de produtividade.

 Porque não desenvolver do zero um Sistema de Informação ERP para minha empresa?

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